Antonio Fontanelli, profeta, visionário, cientista, matemático e arquiteto do século XV. Nasceu em Parma, Itália, em 23 de setembro de 1444, no monte Churnaway. Uma junção de Da Vinci com Nostradamus, como foi constatado pela CIA, Fontanelli desenhou esquemas e criou obras de arte incomparáveis. Porém, alguns acreditam que seus esquemas e obras são, na verdade, parte de um quebra-cabeça que revelará algo muito maior.

 

A inteligência de Fontanelli foi tachada de insanidade, e logo ele foi internado em um manicômio. Foi quando fez a declaração de que um dia a ciência permitiria o homem a conhecer Deus. Isso foi o estopim para que a Igreja Católica intensificasse a caçada a ele.

 

Logo, o seu nome foi retirado de todos os edifícios e monumentos nos quais trabalhara, seu ateliê em Roma foi destruído e o físico, alquimista, arquiteto, profeta e visionário foi excomungado e sentenciado à morte, acusado de heresia, no ano de 1496. Para desacreditar e desvalorizar seu trabalho, esquemas e rascunhos elaborados por Fontanelli foram leiloados por quantias irrisórias.

 

Desde a época de sua morte, traços dos trabalhos de Fontanelli vêm aparecendo em regiões da Europa, Ásia, América do Sul, Ex-União Soviética e até nos Estados Unidos e no Brasil. Sua marca registrada e única garantia contra falsificações de seus trabalhos é um símbolo conhecido como "a Magnífica Ordem de Fontanelli", a primeira marca d'água de que se tem notícia: 

 

Hoje, as grandes agências de espionagem estão em uma busca por Fontanelli, desenterrando suas obras e procurando por seus esquemas. A organização conhecida como Magnífica Ordem de Fontanelli também procura incansavelmente por seus manuscritos e aparelhos, em busca de seu grande segredo. Porém, como proferido por Giovanni Marinnanzzi, “como outras coisas que já foram puras, hoje bandidos usam este símbolo para se infiltrar na Ordem”.

 

Em seus escritos e desenhos, ele esquematizou o funcionamento de dispositivos de comunicação, além de códigos de compressão de informações e equipamentos bélicos, séculos antes de sua invenção. Seus esquemas são tão complexos e avançados que as descobertas mais recentes de seus trabalhos são cuidadosamente acobertadas, e informações a seu respeito são disputadas como tesouros por agências internacionais de investigação.

 

 

  

Desenhos em pergaminhos feitos por Fontanelli, ambos datando do século XV. À esquerda, está um código binário, à direita, o esquema de montagem de seu dispositivo "Il Messaggero".

 

Acima, uma fotografia de um de seus objetos mais notáveis, um relógio desenhado por ele e construído por Giovanni Marinnanzzi. No detalhe, os ponteiros do relógio.